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#!/bin/sh
export PATH="/bin:/sbin:/usr/bin:/usr/sbin:/usr/local/bin:/usr/local/sbin"
#
# Matar processo cuidando de excessoes
#
# Pidfile do processo
PIDFILE="$1"
# Nome do processo, para nao matar o pid do pidfile velho
# qua aponta para um processo diferente
PNAME="$2"
# Nao matar o pid de um script com o mesmo nome do programa
NOTKILLPID="$3"
# Matar com -9 ou apenas enviar sinal de kill
FORCE9="$4"
# matar pelo nome
KILLBYNAME="$5"
# Ajuda
_print_help(){
echo
echoc -c gray " Matar processo sem equivocos"
echoc -c gray " Use:"
echoc -c gray " killscript (PIDFILE) (PNAME) (NO-KILL-PID) [-9]"
echo
exit
}
[ "$1" = "-h" -o "x$2" = "x" ] && _print_help
# Obter pid do pidfile, se o nome do processo bater podemos matar sem medo
PID=""
if [ "x$PIDFILE" != "x" -a -f "$PIDFILE" ]; then
PID=$(head -1 "$PIDFILE" 2>/dev/null)
pidfilecheck "$PIDFILE" "$PNAME" && kill -QUIT "$PID" 2>/dev/null
fi
# Matar processo pelo nome, caso haja processos ainda rodando ou sem registro em PIDFILE
# cuidando para nao matar a excessao
# matar processo pelo nome, desde que nao seja esse script
onlinepids=$(pidof $PNAME)
if [ "x$NOTKILLPID" = "x" ]; then
# sem execessao, matar todo mundo
for xpid in $onlinepids; do kill $FORCE9 $xpid 2>/dev/null; done
else
# execcao, esquivar
for xpid in $onlinepids; do
[ "$xpid" = "$NOTKILLPID" ] && continue
kill $FORCE9 $xpid 2>/dev/null
done
fi